O governador Clécio Luís voltou a destacar a política de concursos públicos e convocação de aprovados adotada durante sua gestão no Amapá. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira, 2, o governador afirmou que o ingresso no serviço público representa não apenas o preenchimento de uma vaga, mas a construção de uma carreira e o fortalecimento da capacidade de atendimento do Estado.

“Concurso público não é só ocupar uma vaga. É construir carreira, dar estabilidade a quem se preparou e fortalecer o serviço público para quem mais precisa!”, escreveu Clécio.

A declaração acompanha uma política de ampliação e recomposição do quadro efetivo do Estado. Desde o início da gestão, milhares de aprovados em concursos foram convocados para áreas como Educação, Segurança Pública, Fazenda, Gestão Governamental e atendimento socioeducativo.

Desde 2023, a gestão Clécio Luís já convocou mais de 9 mil aprovados em concursos públicos, segundo dados divulgados pelo Executivo estadual. As chamadas incluem tanto concursos realizados durante o atual governo quanto certames de gestões anteriores, cujas listas de aprovados permaneciam vigentes.

Entre os concursos aproveitados pela atual gestão estão certames realizados em 2022, ainda durante o governo Waldez Góes, como o da Educação e os da área de Segurança Pública. A estratégia adotada por Clécio tem sido ampliar as convocações dentro da validade dos concursos e, em diversos casos, avançar também sobre cadastros de reserva.

A estratégia também avançou para novos concursos. Em junho deste ano, foram autorizadas comissões responsáveis pela preparação de concursos para os grupos de Gestão Governamental e Governança e Gestão Estratégica, com previsão conjunta de 351 vagas para cargos de níveis médio e superior.

Ao defender a política, Clécio relacionou a entrada de novos servidores à melhoria da estrutura permanente do Estado. “Por trás de cada convocação, existe uma história que começa e um Estado que ganha mais experiência, continuidade e capacidade de atender melhor a população”, afirmou.

Para o governador, o resultado da política de concursos não termina na aprovação. “É assim que aprovação vira carreira, carreira vira serviço e o Amapá continua avançando. É assim que a força do novo tempo trabalha”, completou.