A Petrobras anunciou no último dia 19 que manteria sua sonda de perfuração por mais dez dias na costa do Amapá, nesse período, ainda enviou um novo pedido de licença ao Ibama, que ainda não recebeu respostas. Por isso, ela já se prepara para desmobilização do equipamento. O navio-sonda da Petrobras tem um custo diário de R$ 3,4 milhões para a petrolífera.
A ideia agora é realocar para o Rio de Janeiro os equipamentos que estão na costa do Amapá. Ao todo, a manutenção da sonda na margem equatorial já custou mais de R$ 600 milhões para a estatal.
